Título do Projeto: ENERGIA EXTRAESPACIAL
Selecionado para concorrer a uma bolsa de estudos para o ano acadêmico 2011, Curso de Produção Multimídia, Escola de Arti Visive, IED São Paulo
Descrição do projeto:
Conceito:
A nossa existência advém do quê alimentamos de bom ou ruim no mundo. Cada ser tem uma forma de expressar a sua, seja ela exercida por um esforço mental ou físico, dentro de um espaço consciente do realismo, como se enxergar no espelho; ou inconsciente do tempo, como num sonho. Por isso, acredito que todos nós dependemos não só do quê ingerimos, mas inclusive da energia de tudo aquilo que alimentamos em nossa volta e dentro de nós. Cada um se sustenta também conforme o que pensa, o que acredita, o que deseja e o que sente. Para mim, alimentar-se é mais que saciar a fome e a necessidade de suprir nutrientes. É certo que eles nos completam enquanto seres de uma cadeia alimentar que lutam essencialmente por sobrevivência. Entretanto, não devemos esquecer da influência que exercemos sob tudo o que envolve o fato de estarmos vivos, inclusive o de comer.Tudo o que compõe nosso corpo está intimamente ligado às nossas emoções e expectativas.
Criação do projeto:
Considerando que o ato de nos alimentarmos é garantir uma reserva “energética” para o funcionamento de todo o nosso organismo e partindo do princípio que nossa imaginação pode alcançar qualquer espaço existente (e por que não: inexistente?) é que reconheço o poder da mente como uma “fonte-matriz de energia”, a qual se alimenta do que vivemos e sentimos. A ilustração que criei procura corresponder à busca um estímulo a mais, ou uma “energia além”, “extraespacial”, para manifestar o alto poder criativo de um mundo sem limites: a imaginação. Quis expressar tudo isso numa figura híbrida, por isso usei traços humanos e alienígenas com uma variação de cores contrastantes, para poder provocar uma sensação de “temperatura energética”. O coração propositalmente exposto, é um reflexo da influência que exercem as nossas emoções sob o que está à nossa volta e o quanto são contagiosas, assim como tudo aquilo que alimenta a nossa “energia de vida”.



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